terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Biblia on line

Salmos 23
1 ¶ O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará.
2 Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas.
3 Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.
4 Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.
5 Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.
6
SENHOR é o meu pastor, nada me faltará.
Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas.
Refrigera a minha alma; guia-me pela

Salmos 23:1-3

domingo, 14 de dezembro de 2014

onde estiver o vosso tesouro , aí estará também o vosso coração , Ninguém pode servi a dois senhores

Leia o artigo , reproduzido do site MSN DINHEIRO: http://www.msn.com/pt-br/dinheiro/economiaenegocios/

Anne Wojcicki, a milionária que vive como pobre

Nasceu e cresceu em Palo Alto, uma das localidades mais prósperas dos Estados Unidos, mas em uma casa onde não havia esbanjamentos. Ser filha de professores — a mãe, do ensino secundário, e o pai, emérito da Universidade de Stanford — fez de Anne Wojcicki uma poupadora compulsiva, acostumada a viver rodeada de ricos, mas sem compartilhar de seu padrão de vida.
Hoje poderia passar por mais uma residente do Vale, se o seu ex-marido não fosse o cofundador do Google, Sergey Brin. Ela também possui a própria empresa, a 23andMe.
Bióloga, 41 anos, dirige uma companhia avaliada em 57 milhões de dólares (143 milhões de reais) dedicada a analisar o DNA de qualquer pessoa por menos de 30 dólares com uma simples amostra de saliva no algodão de um cotonete. O material é enviado a seu laboratório e, em uma semana, o cliente recebe um estudo detalhado com conselhos sobre estilo de vida e propensão a doenças.
Anne Wojcicki, entretanto, vive com uma frugalidade extrema. Tanto que chama atenção por isso. Em uma recente entrevista ao The Sunday Times, explicava sua devoção pelos produtos grátis. A ponto de ficar doente depois de beber quase um litro de suco de cenoura no escritório. Era uma das cortesias típicas do mundo da tecnologia para manter seus funcionários saudáveis e felizes. Ela atribui essa característica a sua mãe, que passou a vida inteira aproveitando todo tipo de amostra grátis. Também confessa que mantém o costume de fazer um orçamento mensal que segue à risca.
Uma das manias confessáveis dessa excêntrica milionária é não pedir nem sobremesa, nem bebida em um restaurante, somente a jarra de água oferecida como cortesia.
O motivo? Sabe que é onde os empresários do setor têm a maior margem de lucro.
Não seria um grande problema se não obrigasse quem divide a mesa com ela a seguir sua norma. Isto inclui seus dois filhos, de oito e três anos.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Desobedecer leis é ‘fácil’ para 81% dos brasileiros; 32% confiam na Justiça

SÃO PAULO - A desconfiança diante das instituições públicas do País faz com que 81% dos brasileiros concordem com a afirmação de que é “fácil” desobedecer as leis. O mesmo porcentual de pessoas também tem a percepção de que, sempre que possível, as pessoas escolhem “dar um jeitinho” no lugar de seguir as leis.
Os dados são de uma pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas para o Fórum Brasileiro de Segurança Pública e revelam ainda que 32% da população confia no Poder Judiciário. Já a confiança na polícia fica um ponto porcentual acima, com 33%. Apesar de baixos, esses índices já foram menores - 29% e 31% respectivamente - em pesquisa anterior.
O levantamento mostra ainda que a ruptura entre os cidadãos e as instituições públicas ligadas à Justiça leva 57% da população a acreditar que “há poucos motivos para seguir as leis do Brasil”, segundo o levantamento. “Isso está relacionado à desconfiança que as pessoas têm no comprimento das leis”, explica a pesquisadora da FGV Luciana Ramos.
O Índice de Confiança na Justiça Brasileira (ICJBrasil) está em sua 8.ª edição e será apresentado, na íntegra, amanhã. Ele faz parte do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. A pesquisa ouviu 7,1 mil pessoas em oito Estados, de abril de 2013 a março de 2014. Elas foram convidadas a assinalar desde “discordo muito” a “concordo muito” nas afirmações propostas.
Os moradores do Distrito Federal foram os que mais disseram acreditar na saída do “jeitinho” como regra nas relações. No total, 84% dos brasilienses disseram concordar ou concordar muito com a afirmação. Quem menos acredita no desrespeito às regras são os baianos, mas ainda assim, a porcentagem é alta: 71% deles responderam que concordavam com a percepção de que todos dão “um jeitinho”, sempre.
A pesquisa também fez um corte por renda. E, quanto maior o rendimento da pessoa, mais alta é a sensação de que as leis não são cumpridas. De acordo com o estudo, 69% dos entrevistados que ganham até um salário mínimo concordaram que o “jeitinho” é a regra, porcentual que cresce para 86% na população que ganha mais de oito salários mínimos.
Já sobre a polícia, a renda não influencia a má avaliação. Entre as pessoas que ganham até um salário mínimo, 52% concordam que “a maioria dos policiais é honesta”. Para quem ganha oito salários ou mais, o porcentual é de 50%.
Luciana, no entanto, lembra que nem Justiça nem polícia são bem avaliadas. “Se a polícia faz algo muito errado, isso reflete rapidamente na população, na confiança que se tem da polícia. No Judiciário, como as coisas são muito mais demoradas, esse erro demora mais, não tem reflexo imediato na confiança. Na minha opinião, acho que isso é o que conta.”
Impunidade. Para o aposentado Carlos Afonso Santos, de 87 anos, o impunidade faz com que as pessoas também passem a desafiar as leis. “Se não tem punição para dar exemplo e fiscalização a sensação para quem faz algo errado é de que nada vai acontecer”, afirmou Santos.
Fonte :http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/desobedecer-leis-%

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Desejo de reconhecimento.


Sou Bancário e estou sentindo na pele a pressão sofrida por esta classe "espremida " entre a meta exigida por organização dos bancos e o impacto causado à população, seja o cidadão comum que vai as agências   pagar conta de consumo, seja o cliente, de quem somos forçados a " vender produtos", conforme pesquisas, Somos parte da população sujeitos a doenças causadas por pressão psicológicas, que podem nos levar a dependências químicas, ou  "algo que nos faça esquecer" para relaxar.
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Público 

Manipulação de massa

da Recursos diversos  podem inclusive ,ser usados para manipular e direcionar pessoas  da psicologia com o objetivo de direcionar a vontade ...