sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Como era o 'Natal' antes do nascimento de Jesus

 O título acima pode soar estranho uma vez que, para a sociedade contemporânea ocidental, parece claro que a origem do Natal é o nascimento daquele personagem, cerca de 2 mil anos atrás, chamado Jesus — e toda a construção religiosa que seria erguida a partir dele, muito embora a festa tenha sido apropriada como uma tradição até mesmo desvinculada de crenças.

Mas há diversos indícios de que as pessoas já comemoravam o Natal cerca de 7 mil anos antes de Cristo, o que faz dessa celebração quase tão antiga quanto o próprio conceito de civilização.

A explicação está nos marcos da natureza: afinal, se a ideia de civilização remonta às origens da agricultura, nada mais natural do que celebrar o solstício de inverno como um momento de renascimento, de renovação.

Claro, estamos pensando sob a ótica do hemisfério norte. O solstício de inverno, que ocorre nessa parte do globo nas proximidades do Natal, indica aquele momento em que a noite chega ao seu máximo — a partir daquele dia, o sol cada dia terá mais tempo para iluminar nosso planeta.

Em um tempo de precária ciência e de exagerada observação dos fenômenos naturais, o sinal era claro: a luz solar renascia nesse momento, aumentando em tempo e intensidade a cada dia desde então. E era o que propiciaria a agricultura da nova safra, a alimentação do ano vindouro.

No livro Religions of Rome, os historiadores Mary Beard e John North lembram que o período dedicado a celebrar o solstício era todo devotado a um deus — Mitra —, durava uma semana e era permeado por celebrações entre as famílias, com trocas de presentes e comilanças típicas. Nada diferente do Natal contemporâneo, portanto.

Oriundo da mitologia persa, Mitra era o deus da sabedoria, representando a luz, o bem sobre o mal.

Aos poucos, no mundo romano, foi dividindo espaço com outra divindade, Saturno: afinal, se era o começo de um "novo" sol, nada mais natural do que render graças àquele que era o deus da agricultura.

fonte :Como era o 'Natal' antes do nascimento de Jesus - BBC News Brasil

sexta-feira, 29 de agosto de 2025

Pensamentos

 

Governar um país pode ser comparado com a Estrela do Norte, que ocupa seu lugar enquanto as outras estrela giram em seu redor .

O mestre Confúncio disse : ‘’Não tem Jeito! Nunca vi quem conseguisse ver os próprios erros e censurar-se em silencio”.

Estratégias Para atingir objetivos

    Tenha sempre um propósito. .

Alinhar as atividades com o desejo , isto é uma razão para pra viver.

Comece  sempre com pequenas ações , um passo de cada vez e de forma constante. uma longa caminhada começa com os primeiros passos ;

Tenha paciência. grandes conquistas são atingidas depois de um certo tempo.

Nada é perfeito. os erros também faz parte do aprendizado;

Considerar sempre , que tudo é um novo começo. Aprender é aceitar que o conhecimento exige esforço; e ter vontade de desenvolver  é essencial ;

Observe a natureza. tudo que existe , tem uma razão de ser, nada é inutil l na natureza. 

Controle  os próprios recursos .seja  dinheiro ou qualquer outro bem;

Planeje sempre as ações futuras em direção ao objetivo desejado .

 Tenha sempre em mente que é preciso aprender sempre.

 

 

 

 

quinta-feira, 3 de abril de 2025

domingo, 24 de dezembro de 2023

Fica Esperto

 “ nas guerras só morrem os soldados novos e o povo... os líderes e senhores ficam nos gabinetes cada dia mais ricos, patriotas são heróis mortos na guerra.

Conciencia coletiva

O conceito de consciência coletiva foi criado pelo sociólogo francês Émile Durkheim e é definido como o conjunto de características e conhecimentos comuns de uma sociedade, que faz com que os indivíduos pensem e ajam de forma minimamente semelhante. Corresponde às normas e às práticas, aos códigos culturais, como a etiqueta, a moral e as representações coletivas.



Para Durkheim, um funcionalista, o indivíduo, em muitas de suas práticas, é influenciado pela sociedade em que está inserido. Logo, o indivíduo e suas ações são fortemente influenciada pela consciência individual e coletiva. Mas os limites entre ambas não são muito claros, pois mesmo decisões consideradas extremamente individuais, como a de tirar a própria vida, são influenciadas pelas condições sociais.

Isto se torna mais fácil de compreender quando pensamos nos aspectos individuais de compreensão do mundo, ou seja, as palavras, a língua, as categorias, as representações o conhecimento do mundo só acontece através de um mínimo de comunhão a respeito de aspectos básicos para que os indivíduos tenham algum grau de certeza que quando falam de algo o outro é capaz de compreender sobre o que fala.

Por exemplo, o processo que cria novas ordens morais, formadas a partir do entusiasmo coletivo, é contrariado por processos em que esse entusiasmo diminuiu, como crises sociais profundas. Em seu livro “Suicídio” o autor aborda possíveis causas para o aumento do suicídio e as identifica, suicídio anômico, como a falta de um encaixe entre as representações individuais e coletivas.

Segundo Durkheim:

O conjunto das crenças e dos sentimentos comuns à média dos membros de uma mesma sociedade forma um sistema determinado que tem vida própria; podemos chamá-lo de consciência coletiva ou comum. Sem dúvida, ela não tem por substrato um órgão único; ela é, por definição, difusa em toda a extensão da sociedade, mas tem, ainda assim, características específicas que fazem dela uma realidade distinta. De fato ela é independente das condições particulares em que os indivíduos se encontram: eles passam, ela permanece. (...) Ela é, pois, bem diferente das consciências particulares, conquanto só seja realizada nos indivíduos. Ela é o tipo psíquico da sociedade, tipo que tem suas propriedades, suas condições de existência, seu modo de desenvolvimento, do mesmo modo que os tipos individuais, muito embora de outra maneira”. (DURKHEIM, 2010, p. 50)

A consciência coletiva está localizada no nível da estrutura, é sociológica e psicológica, e constitui a cultura e o senso comum dos indivíduos membros de uma sociedade (LACAPRA, 2001, p.84). Ao contrário do que “consciência” pode fazer supor, enquanto dimensão consciente do psicológico, a consciência coletiva é inconsciente e consciente. É importante atentar para a tradição de pensamento em que este conceito se inscreve, referenciando-o à tradição francesa, em que Auguste Comte definiu o conceito de consenso e Jean Jacques Rousseau o de vontade geral. Outro intelectual importante na definição de Durkheim é Sigmund Freud e o conceito de superego.

Outro aspecto a ser ressaltado é que o conceito foi desenvolvido para refletir sobre punição, ou melhor, sobre sistemas de justiça e retribuição. Como ele trata do respeito ou não às normas é muito comum encontrar o conceito em pesquisas sobre crime e religião. Sendo assim, o conceito de consciência coletiva está fortemente relacionado com o de anomia e imagina algum grau de normalidade para as diferentes sociedades.

Referências Bibliográficas:

DURKHEIM, E. Da divisão do trabalho social. WMF Martins Fontes, São Paulo, 2010.

LACAPRA, D. Emile Durkheim: sociologist and philosopher. The Davies Group, Publishers, Colorado, USA, 2001.

Arquivado em: PsicologiaSociologia
Mãe pede o divórcio devido a essa fotografia de família. Você consegue descobrir a razã


https://www.infoescola.com/sociologia/consciencia-coletiva/

Manipulação de massa

da Recursos diversos  podem inclusive ,ser usados para manipular e direcionar pessoas  da psicologia com o objetivo de direcionar a vontade ...