E o que é assédio moral no trabalho?
É a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e sem simetrias, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego.
quinta-feira, 3 de agosto de 2017
quinta-feira, 27 de julho de 2017
anunakis
http://pegasus.portal.nom.br/nibiru-e-os-anunnaki/http://pegasus.portal.nom.br/nibiru-e-os-anunnaki/
domingo, 23 de julho de 2017
letras bonias
http://pt.wikihow.com/Melhorar-a-Sua-Caligrafia
https://www.conversordeletras.pt/handwriting/?t=Amado%20Coelho%20de%20Brito
https://www.conversordeletras.pt/handwriting/?t=Amado%20Coelho%20de%20Brito
sábado, 1 de julho de 2017
Empreendedor
Ter uma renda extra, proveniente do aluguel de duas ou três casas, foi
a meta que Enilson Moreira, ainda jovem, estabeleceu para alcançar
antes de completar 40 anos. O que ele não imaginava é que, tempos
depois, de fato viveria apenas do aluguel. Mas não de casas. Sua
atividade seria alugar geradores de energia. Em 1989, quando tinha 33
anos, montou uma empresa no segmento. Hoje, “A Geradora”, nome com que
Moreira batizou sua empresa, é uma das 100 maiores do mundo de locação
de equipamentos, de acordo com o ranking divulgado em agosto pela
revista International Rental News. Neste ano, A Geradora irá faturar
R$ 190 milhões, montante que supera em 36% os números de 2010.
- O que você precisa ler antes de abrir seu negócio
- Veja notícias sobre empreendedorismo em Seu Negócio
Abrir uma empresa de locação de equipamentos foi uma ideia que Moreira
alimentou por bastante tempo. Assim que terminou a faculdade de
Administração, no Recife, foi viver em Salvador, onde trabalhou, por
13 anos, numa fabricante de geradores de energia. Em seu contato com
os clientes, no entanto, percebia que muitos preferiam alugar o
equipamento, ao invés de comprá-lo. “Normalmente precisavam do gerador
por um período, apenas durante uma obra”, conta. “Percebi então que
alugar, em vez de vender, poderia ser um bom negócio.”
Foto: DivulgaçãoAmpliar
O empreendedor Enilson Moreira: o sonho de viver de aluguel o fez
criar uma das 100 maiores empresas de locação de equipamentos do mundo
Com um colega da mesma empresa, partiu para o novo desafio. Ambos se
demitiram e compraram três geradores usados, com um desembolso que,
nos dias de hoje, seria equivalente a R$ 50 mil. “Aproveitar as
oportunidades que o mercado oferece é a chave do sucesso de um
empreendimento”, diz Carlos Freitas, diretor-presidente da Vector
Consulting. “Às vezes, a oportunidade está na frente do empresário.”
Moreira e seu sócio, Celso Reis, transformaram a oportunidade numa
companhia que hoje oferece 10 mil itens a seus clientes. Os geradores
de energia continuam sendo o carro-chefe. Somados, diz Moreira, geram
450 mil kVA de energia, volume suficiente para iluminar uma cidade de
médio porte. Mas a carteira de produtos também conta com equipamentos
que vão desde ferramentas leves, como motobombas e serras de piso, até
torres de iluminação, passando por compressores de ar e plataformas
aéreas, por exemplo. Além de alugá-los, a empresa presta serviços de
manutenção, enquanto operam no cliente.
É óbvio que, para atingir esse porte, Moreira e Reis enfrentaram
desafios. “As dificuldades foram mudando gradativamente”, afirma
Moreira. A primeira delas foi de ordem cultural. Não havia muitas
empresas locadoras de geradores quando se lançaram ao negócio - e as
que existiam estavam no Sudeste. “Foi preciso criar a cultura do
aluguel”, afirma Moreira. Para isso, a cada contato com um possível
cliente, buscavam convencê-lo de que, se comprasse um equipamento para
determinada obra, seria um investimento grande para um período curto
de uso, nem sempre justificando o desembolso. Afinal, para a obra
seguinte, poderia ser necessário um equipamento melhor, maior ou
menor.
Essa explicação era seguida por outra, de ordem contábil. Moreira diz
que a compra de um equipamento virava um ativo imobilizado no balanço
da companhia. Já o aluguel, virava despesa. “Era melhor para o
cliente”, diz.
Apesar do empenho em vender, os resultados tardaram a vir. Moreira
estima que ele e o sócio não fizeram nenhuma retirada nos primeiros 18
meses de operação. “Reinvestíamos tudo”, afirma. Mas essa era uma
atitude previamente acordada entre ambos. Moreira tinha uma poupança
equivalente a um ano de trabalho. Reis, por sua vez, tinha 54 anos na
época e já era aposentado. “Como tínhamos reserva de dinheiro, não
dependíamos do negócio”.
Leia também:
Cresce a sobrevida de pequenas empresas
Empreendedorismo do Brasil supera o dos grandes
Empreendedorismo social quer conquistar os jovens
Divisor de águas
Veio o ano de 1991, que foi o divisor de águas na história da empresa.
Triplicaram de tamanho em um único mês. Com as obras da Linha Verde,
rodovia que liga a Bahia a Sergipe pelo litoral, foram contratados
pela Odebrecht, que alugou 20 geradores. A boa notícia, contudo, veio
acompanhada de um desafio: na época, A Geradora tinha apenas oito
geradores, e todos estavam alugados. Para atender a construtora,
Moreira e Reis correram atrás de empréstimos, linhas de financiamentos
e até crédito do antigo empregador para conseguir atender o contrato,
de dois anos. “A partir daí, as coisas tomaram novos rumos”, afirma.
Deram início à expansão de portfólio e de presença geográfica, com a
abertura da primeira filial, no Recife, em 1994. Anos depois, chegaram
a outras capitais do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste,
totalizando as 18 filiais que possuem hoje, com 900 funcionários. Ao
mesmo tempo, passaram a atender, além da construção civil, indústrias
e as áreas de mineração, óleo e gás, agronegócio, entretenimento,
comércio e serviços, além de infraestrutura, que atualmente responde
por cerca de 50% do faturamento da empresa.
Em 22 anos de história, a empresa de Moreira e Reis sobreviveu a
diferentes crises, pacotes econômicos e moedas. Entre eles, o Plano
Real, em 1994, que coincidiu com a abertura da primeira filial. “Foi a
melhor coisa que podia ter acontecido”, diz Moreira. Com a URV (sigla
de unidade real de valor, índice adotado nos primeiros meses do plano
com o intuito de refletir a variação do poder aquisitivo), havia
correção diária da moeda. “O valor não era corroído pela inflação, e
isso foi importante para o nosso crescimento”, afirma.
Foto: Divulgação
Moreira em 1989: ganhando dinheiro até com o malogrado bug do milênio
A expansão da empresa também foi favorecida com o bug do milênio,
espécie de apagão nos sistemas informatizados que era esperado na
virada de 1999 para o ano 2000. Não se concretizou, mas o receio
instalado na época, conta Moreira, fez com que faltassem geradores de
energia no País inteiro. “Fornecemos equipamentos para agências
bancárias do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste”, diz. Essa
situação, afirma, foi similar à crise de energia, nos anos de 2001 e
2002.
Essas oportunidades também trouxeram “ressacas”, diz. Ou melhor, mais
concorrentes, que aproveitavam essas brechas para entrar ao mercado.
“Mas sempre as empresas estruturadas se saíam melhor”, diz Moreira.
O teste do crescimento
Eventos como esses de fato contribuem para a expansão das empresas,
conforme observa Freitas, da Vector Consulting. “O mercado em
crescimento abre a porta para muitas empresas”, diz. Porém, também as
testa. “Mas só ficam as que são bem geridas e que possuem um sólido
planejamento.” Desde 2003, A Geradora vem apresentando crescimento
médio de 47% ao ano, de acordo com Moreira, em função sobretudo do
setor de infraestrutura, muito demandado nos últimos anos. Para ele, o
cenário será mantido por conta da Copa do Mundo, em 2014, e da
Olimpíada, em 2016.
Leia mais:
Jovens e donos do próprio negócio
Empreendedor faz carreira antes de abrir negócio
Brasil tem apenas 2% de empresas empreendedoras
As lições de inovação de Steve Jobs
Continuar o ritmo de expansão da companhia, afirma, tem sido o desafio
atual. “Não conseguimos gerar caixa para sustentar esse crescimento”,
diz. “Somos uma empresa de capital intensivo, com um portfólio amplo,
formado por máquinas”. Já vinham procurando linhas de crédito, como o
Finame (voltado a pequenas e médias empresas, para a compra de
máquinas e equipamentos), do Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social (BNDES).
Na busca por financiamento, Moreira e Reis chegaram até a pensar em ir
à Bolsa, abrindo o capital da A Geradora. Mas precisavam, antes,
preparar a empresa. “Tínhamos de ajustar a gestão e montar uma
estrutura de governança”, diz. Assim, optaram por uma etapa prévia,
recebendo um sócio estratégico. Abriram as portas para um private
equity, que desde o ano passado está na empresa, com a aquisição de
22% das ações. Moreira e Reis ficaram, cada um, com 33,84% do capital
social. E os 10,32% restantes foram distribuídos aos responsáveis
pelas filiais, transformando-os em sócios.
Nessa nova estrutura, Reis, hoje com 77 anos, passou a ser o
presidente do Conselho de Administração, que foi recentemente criado.
Moreira, aos 56 anos, foi nomeado diretor-presidente. Pretendem, no
próximo ano, inaugurar uma nova matriz em Salvador, num espaço maior
que o atual, além de fortalecer a presença no Sul do país, com a
abertura de filiais. Também cogitam a internacionalização, com
unidades no exterior a partir de 2013, provavelmente na América do Sul
e na África.
“Para ser empreendedor, paga-se um preço alto”, afirma Moreira. “É
preciso perseverança e estar convencido de que é uma causa justa, pois
terá de se dedicar totalmente a ela”. Mas logo emenda que “as
oportunidades passam apenas uma vez na vida da gente, e é preciso
aproveitá-las”.
Texto copiado da internet-
segunda-feira, 1 de maio de 2017
A História do Dia do Trabalho
História do Dia do Trabalho, comemoração, 1º de maio, criação da data, origem, eventos, protestos, reivindicações, direito dos trabalhadores, bibliografia

Manifestações e conflitos em Chicago (1886): origem da data
História do Dia do Trabalho
O Dia do Trabalho, também conhecido como Dia do Trabalhor, é comemorado em 1º de maio. No Brasil e em vários países do mundo é um feriado nacional, dedicado a festas, manifestações, passeatas, exposições e eventos reivindicatórios e de conscientização.
A História do Dia do Trabalho remonta o ano de 1886 na industrializada cidade de Chicago (Estados Unidos). No dia 1º de maio deste ano, milhares de trabalhadores foram às ruas reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, a redução da jornada de trabalho de treze para oito horas diárias. Neste mesmo dia ocorreu nos Estados Unidos uma grande greve geral dos trabalhadores.
Dois dias após os acontecimentos, um conflito envolvendo policiais e trabalhadores provocou a morte de alguns manifestantes. Este fato gerou revolta nos trabalhadores, provocando outros enfrentamentos com policiais. No dia 4 de maio, num conflito de rua, manifestantes atiraram uma bomba nos policiais, provocando a morte de sete deles. Foi o estopim para que os policiais começassem a atirar no grupo de manifestantes. O resultado foi a morte de doze protestantes e dezenas de pessoas feridas.
Foram dias marcantes na história da luta dos trabalhadores por melhores condições de trabalho. Para homenagear aqueles que morreram nos conflitos, a Segunda Internacional Socialista, ocorrida na capital francesa em 20 de junho de 1889, criou o Dia Internacional dos Trabalhadores, que seria comemorado em 1º de maio de cada ano.
Aqui no Brasil existem relatos de que a data é comemorada desde o ano de 1895. Porém, foi somente em 26 de setembro de 1924 que esta data tornou-se oficial, após a criação do decreto nº 4.859 do então presidente Arthur da Silva Bernardes. Neste decreto, Arthur Bernardes estabeleceu a data como feriado nacional, que deveria ser destinado à comemoração dos mártires do trabalho e confraternização das classes operárias.
Porém, nas décadas de 1930 e 1940, o presidente Getúlio Vargas passou a utilizar a data para divulgar a criação de leis e benefícios trabalhistas. O caráter de protesto da data foi deixado de lado, passando assumir um viés comemorativo. Vargas passou a chamar a data de "Dia do Trabalhador".
Fatos importantes relacionados ao 1º de maio no Brasil:
- Em 1º de maio de 1940, o presidente Getúlio Vargas instituiu o salário mínimo. Este deveria suprir as necessidades básicas de uma família (moradia, alimentação, saúde, vestuário, educação e lazer).
- Em 1º de maio de 1941 foi criada a Justiça do Trabalho, destinada a resolver questões judiciais relacionadas, especificamente, as relações de trabalho e aos direitos dos trabalhadores.
Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador?
Nos últimos anos a expressão "Dia do Trabalhador" ou "Dia dos Trabalhadores" passou a ser muito utilizada em referência à data comemorativa do dia 1º de Maio. Muitas pessoas consideram ser mais adequada esta segunda opção, pois faz referência ao trabalhador (merecedor da comemoração). Para estas pessoas, chamar a data de "Dia do Trabalho" não é o mais adequado, pois enfatiza o trabalho (ato de criar e produzir bens e serviços em troca de uma remuneração). Porém, no Brasil atual, as duas opções ainda são muito usadas.
- Os sentidos do trabalho
Autor: Antunes, Ricardo
Editora: Boitempo
Temas: Sociologia
- Da divisão do trabalho social
Autor: Durkheim, Émile
Editora: WMF Martins Fontes
Temas: Sociologia
Copiado do site:http://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/dia_do_trabalho.htm
H
sexta-feira, 21 de abril de 2017
As 5 mudanças na reforma da Previdência autorizadas pelo presidente Michel Temer
Bom dia .
O relator da proposta de reforma da Previdência na Câmara, deputado Arthur Maia (PPS-BA), anunciou nesta quinta-feira (6) que fará mudanças em cinco pontos do texto, com o aval do presidente Michel Temer: os que tratam de regras de transição, pensões, trabalhadores rurais, Benefício de Prestação Continuada e aposentadorias especiais para professores e policiais. As mudanças foram negociadas em reunião esta manhã no Palácio do Planalto.
O ministro da Secretaria do Governo, Antônio Imbassahy, disse ver com naturalidade o fato de a proposta sofrer alterações durante o trâmite no Congresso Nacional, uma vez que trata-se de um dos "mais complexos projetos" dos últimos anos.
O Executivo enviou proposta. Com isso passa a ser o Congresso o protagonista dos debates e das deliberações. Seria até surpreendente que uma matéria dessa natureza e complexidade tramitasse na Câmara sem nenhum tipo de alteração.
Mudanças
Mudanças
Segundo Imbassahy, as mudanças não devem comprometer o papel da reforma no ajuste fiscal. "A equipe econômica foi tendo convencimento de alterações consequentes e responsáveis, cuidando dos mais vulneráveis sem deixar de lado o equilíbrio das contas. Portanto, as alterações estão sendo acolhidas pelo Executivo, mas sempre preservando o eixo principal, que é o fiscal". As mudanças também têm o aval do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.
O presidente da Comissão Especial de Reforma da Previdência, deputado Carlos Marun (PMDB-MS), também disse achar natural que a proposta receba ajustes. No entanto, por causas das alterações, Marun disse que o prazo para apresentação e divulgação do relatório sobre o texto foi postergado para o dia 18 de abril, "para que o relator tenha tempo mais elástico para, com tranquilidade, discutir essas questões".
Segundo o relator da reforma, Arthur Maia, as mudanças buscarão atender à população menos favorecida. "Quando se fala em ajustes para trabalhadores rurais, é para fazer com que, na reforma, eles tenham seus direitos preservados. Quando se fala em Benefício de Prestação Continuada, se fala de uma das categorias menos favorecidas da sociedade. Quando se fala em pensões, se fala em parceiros ou filhos que perderam maridos ou pais e estão em situação de vulnerabilidade", argumentou.
"Professores e policiais são duas categorias que, pelas características e pela história, estão sendo contempladas em condições diferenciadas. Se encontram historicamente em situação de diferença em relação aos demais. Não há aí nenhum privilegio", acrescentou Maia. O relator disse que já está negociando com lideranças do Senado um texto que tenha mais chances de ser aprovado na Casa após passar pela Câmara.
Sobre o estabelecimento de idade mínima de 65 anos para ter direito à aposentadoria, Maia disse que este ponto não tem sido alvo de questionamentos, pelo menos em relação aos trabalhadores homens. "No máximo o que se ouve, sobretudo da bancada feminina, é relativo à idade das mulheres".
Já a regra de transição é, segundo ele, um tema mais complexo. A regra que consta na Proposta de Emenda à Constituição da Reforma da Previdência considera basicamente a idade de 65 anos para aposentadoria e inclui na transição apenas as pessoas que estão acima dos 50 anos, no caso dos homens, e de 45 anos, no caso das mulheres. A proposta prevê um pedágio de 50% para cada ano que falta para a aposentadoria pelas regras atuais.
O governo já acena com a possibilidade de aceitar a ampliação dessa faixa de transição. De acordo com o relator, um estudo feito pela Câmara mostra que existem no mais 89 modelos diferentes de regras de transição atualmente no país. "A PEC reduzirá isso para duas ou três, dando racionalidade à questão", disse.
"Estamos trabalhando para ampliar o número de trabalhadores [a serem incluídos na regra de transição], para diminuir de 50 anos para, por exemplo, 40 anos. Não temos ainda um modelo definitivo. Esse número ainda está sendo estudados", disse Maia.
Fonte: http://www.huffpostbrasil.com/2017/04/06
Leia mais:
domingo, 2 de abril de 2017
Auto confiança é tudo
Quando se diz :"è impossível mudar o próprio destino": o individuo afirma ser passivo diante da adversidade.
Pessoas podem mudar o próprio destino, e a mudança começa dentro da cabeça, ou seja " de dentro pra fora".
Deve-se considerar a necessidade de cada individuo e o ambiente que o mesmo habita.Com referência ao ambiente de trabalho, deve-se considera, também o relacionamento com todos que participam seja o o colega ao lado, clientes, fornecedores e outros .
Pode-se mudar, á partir do desejo e esforço.
Pessoas podem mudar o próprio destino, e a mudança começa dentro da cabeça, ou seja " de dentro pra fora".
Deve-se considerar a necessidade de cada individuo e o ambiente que o mesmo habita.Com referência ao ambiente de trabalho, deve-se considera, também o relacionamento com todos que participam seja o o colega ao lado, clientes, fornecedores e outros .
Pode-se mudar, á partir do desejo e esforço.
Assinar:
Comentários (Atom)
Manipulação de massa
da Recursos diversos podem inclusive ,ser usados para manipular e direcionar pessoas da psicologia com o objetivo de direcionar a vontade ...
-
Antigamente, quando se queria dizer que a ação de determinada pessoa era esperada, era comum dizer :"o cavaco não voa longe do pau...
-
Posted: Tue, 19 Jun 2018 18:35:49 +0000 A forma como pensamos e chegamos a conclusões não são importantes apenas para a Psicologia e p...
-
O CORDEL SOBRE O BIG BROTHER É com um prazer inenarrável que encaminho este cordel. E quem concordar com o Antônio Barreto, passe-o adiante....


