sábado, 14 de julho de 2018

Mais tolerância, menos sectarismo

por Nelson Rocha* — publicado 23/12/2017 00h01, última modificação 15/12/2017 17h07

Precisamos de mais tolerância com aqueles com maior necessidade, a fim de desfrutarmos harmonia e igualdade
Pixabay



Recebi de um amigo o texto de um artigo do jurista Ives Gandra Martins, publicado há cerca de quatro anos, que reaparece nas discussões acaloradas de redes sociais e grupos de WhatsApp, em face da abordagem que se associa pelo tema à recente divulgação do vídeo do jornalista William Waack.
Diz Ives Gandra: ‘Não sou nem negro, nem homossexual, nem índio, nem assaltante, nem guerrilheiro, nem invasor de terras. Como faço para viver no Brasil nos dias atuais? Na verdade, eu sou branco, honesto, professor, advogado, contribuinte, eleitor, hétero... E tudo isso para quê?” Na semana anterior, o jornalista William Waack em vídeo divulgado recentemente, mas gravado há cerca de um ano, fez a seguinte declaração: “Sabe quem é, né? Preto, né!? Isso é coisa de preto, com certeza”. A Rede Globo imediatamente afastou o jornalista e emitiu nota em que declara que “é visceralmente contra o racismo em todas as suas formas e manifestações” e que em “nenhuma circunstância pode servir de atenuante (...)Waack, contrariado, faz comentários, ao que tudo indica, de cunho racista(...)”.
Ao que tudo indica? Como Ives Gandra, sou branco, heterossexual, de origem europeia, e tive a sorte de ter uma boa educação pública que me permitiu conquistar um lugar ao sol, coisa que a maioria do povo negro, índio, nordestino não teve, não recebo nenhum benefício de governo, e nem por isso me sinto incomodado de viver no Brasil. Os guerrilheiros a que ele se refere lutaram num momento difícil da vida brasileira e muitos morreram para resgatar a democracia sob a qual a liberdade de expressão de hoje lhe permite emitir opinião. Por que ultimamente a intolerância tem mostrado a sua cara com maior fervor? A humanidade, na medida em que evolui, deveria inversamente reduzir a intransigência, o sectarismo, o preconceito, mas não é o que temos visto nos últimos tempos.
Não conseguimos fazer aflorar nos corações das pessoas a compreensão para as diferenças e fazê-las perceber que as políticas voltadas para os grupos minorizados são voltadas para as pessoas desprotegidas socialmente, e existem porque esses mesmos grupos foram excluídos ao longo da nossa história. Quando se segrega desde o berçário, por questões de raça, de origem, de classe social, estabelecem-se desde logo obrigações futuras de toda a sociedade, porque lhes será negado o direito às oportunidades iguais.
Segundo pesquisa do Instituto Ethos em 2016, pessoas negras só ocupam 6,3% dos cargos de gerente e 4,7% dos executivos nas empresas. As oportunidades foram as mesmas? As políticas sociais de compensação surgem por conta disso, não têm como objetivo privilegiar um determinado grupo, mas tentar minimizar as perdas que esse ou aquele mesmo grupo tiveram, não se trata de compensação pecuniária, mas de políticas públicas capazes, ao longo do tempo, de estabelecer oportunidades iguais para todos.
Como constitucionalista, o advogado Ives Gandra deveria ter abordado também em seu artigo o capítulo da nossa Carta Magna que trata da Assistência Social, que dispõe que a assistência social será prestada a quem dela necessitar, regulamentada com a LOAS – Lei Orgânica da Assistência Social em 1993. Como professor, deveria dar exemplo e não se posicionar dessa forma, a meu juízo, absurdamente irresponsável. Ao invés de sectarismo, precisamos de mais tolerância com aqueles com maior necessidade, a fim de desfrutarmos harmonia e igualdade.
Copiado do site: https://www.cartacapital.com.br/blogs/blog-do-socio/mais-tolerancia-menos-sectarismo

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Raciocínio dedutivo -info escola


Posted:Tue, 19 Jun 2018 18:35:49 +0000
A forma como pensamos e chegamos a conclusões não são importantes apenas para a Psicologia e para as teorias do aprendizado, mas foram e continuam sendo ainda discutidas em Filosofia, na medida em que são meios pelos quais se pretende alcançar conhecimento. Há vários tipos de raciocínios utilizados nos diversos campos do saber, e a Lógica, entendida como o estudo das regras gerais e emprego de inferências que estabelece quais raciocínios são válidos e quais são inválidos.
“A Lógica provê ferramentas críticas com as quais podemos fazer avaliações sólidas de inferências [...] Assim que uma inferência é feita, pode ser transformada em um argumento, e se pode aplicar lógica para determinar se ela está correta. A Lógica não nos diz como fazer inferências, mas ela nos diz quais inferências nós devemos aceitar. (SALMON, 1976, p. 13, grifo do autor, tradução nossa)
Argumentos ou raciocínios dedutivamente válidos (raciocínio dedutivo) são aqueles nos quais a conclusão se segue necessariamente das premissas. A validade está relacionada à estrutura ou à ordem das premissas, de modo que não seria possível partir de premissas verdadeiras e obter uma conclusão falsa. Dizemos, assim, que essa forma de raciocínio preserva a verdade.
Todo mamífero possui pulmão; (premissa)
Os golfinhos são mamíferos; (premissa)
Os golfinhos possuem pulmões. (conclusão)
Esses raciocínios parecem óbvios, pois apenas esclarecem o que já está contido implicitamente nas premissas e não oferecem uma conclusão considerada nova ou fascinante, por mais que possam esclarecer algo a quem ainda não conhece o assunto abordado. Pode-se dizer que não ampliam o conhecimento.
Em todo caso, partindo de fatos ou verdades, podemos construir um argumento válido, a saber, cuja conclusão será necessariamente verdadeira se, e somente se, as premissas forem verdadeiras. Há dois modelos amplamente usados para formular esses argumentos.
Modus ponens
Se p, então q.
p.
Logo, q.
Modus tollens
Se p, então q.
Não q.
Logo, Não p.
Para utilizar essas estruturas lógicas, devemos substituir as letras ‘p’ e ‘q’ por proposições, a saber, afirmações ou negações que podem ser verdadeiras ou falsas. Já que o objetivo é obter um argumento válido, serão escolhidas as sentenças que se acredita serem verdadeiras. Não basta, entretanto, escolher informações que não possuem relação lógica e que sejam incoerentes ou ambíguas. Se ocorrer algum desses erros, não haverá implicação entre as proposições e teremos apenas um conjunto desconexo de informações.
O filósofo cristão William Craig apresenta, em muitos debates e textos, o seguinte argumento:
Se Deus não existe, valores e deveres morais objetivos não existem;
Valores e deveres morais objetivos existem;
Portanto, Deus existe.
Percebe-se que o argumento possui validade, mas sua conclusão é verdadeira? Será verdadeira apenas se as premissas forem verdadeiras. Distingue-se, assim, a validade de um argumento de sua veracidade. Há apenas duas formas de criticar um argumento dedutivo: (a) questionar a verdade das premissas e (b) questionar sua validade lógica.
É relevante perceber que a conclusão de argumentos dedutivamente válidos não é aceita por uma relação emotiva ou cultural, por exemplo, que se possa estabelecer entre o conteúdo do argumento e quem lê o argumento. O raciocínio que conduz à conclusão do argumento também não é eliminativo. Não fosse o argumento válido, não teríamos uma conclusão que se segue necessariamente das premissas.
O filósofo grego Aristóteles, já na Grécia antiga, percebeu a necessidade de especificar quais raciocínios e relações entre premissas conduzem a conclusões válidas e quais implicam em argumentos inválidos. Com esses estudos, nomeados de lógica silogística, ele propôs vários princípios para evitar o erro e alcançar verdades que utilizamos até hoje.
Bibliografia:
BECKWITH, Francis J.; CRAIG, William L., MORELAND, James. P. Ensaios apologéticos: Um estudo para uma cosmovisão cristã. Tradução de José Fernando Cristófalo. São Paulo: Editora Hagnos, 2007.
MORTARI, Cezar A.. Introdução à lógica, 1ª reimpr.. São Paulo: Editora UNESP; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2001.
SALMON, Wesley C. Logic, 2nd ed.. New Jersey:Prentice-Hall, 1973.
WALTON, Douglas N.. Informal Logic: A handbook for critical argumentation, 18ª imp.. New York: Cambridge University Press, 2005.
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segunda-feira, 4 de junho de 2018

História da crise do combustível

UMA LÚCIDA REFLEXÃO:
Segue pequena linha do tempo em retrospectiva para refrescar a memória daqueles que hoje dizem não saber o motivo dessa crise do alto preço dos combustíveis que parou o Brasil:

2002 – Lula eleito presidente do Brasil;
2002 – Dilma assume o Ministério de Minas e Energia;
2002 – Dilma assume a Presidência do Conselho de Administração da Petrobrás;
2005 – Petrobrás assina contrato com a PDVSA, estatal venezuelana de petróleo, acordo que futuramente traria um rombo bilionário para os nossos cofres;
2005 – Lançamento da obra ultra superfaturada da Refinaria Abreu de Lima, citada como “dreno” da Petrobrás;
2006 – Compra da refinaria de Passadena e estopim do maior escândalo de corrupção da história da Petrobrás;
2007 – Acordo negociado por Lula com a estatal boliviana YPFB causa prejuízo de quase R$ 1 bilhão aos cofres da Petrobrás;
2014 – O prejuízo da Petrobrás em 2014 é o maior entre as empresas de capital aberto brasileiras: R$ 21,5 bilhões;
2014 – Doleiros presos Youssef, João Vaccari e comparsas delatam todo o esquema do Petrolão, esquema de corrupção e lavagem de dinheiro chefiado pelo PT para desvio de dinheiro da estatal brasileira através de contratos superfaturados;
2015 – Renato Duque, Diretor da Petrobrás indicado pelo PT é preso na Operação Lava Jato;
2015 – José Dirceu, que já havia sido deputado pelo PT, ministro e braço direito de Lula e Presidente Nacional do PT foi preso por participação no Petrolão;
2016 - Petrobrás entregue pelo PT QUEBRADA (pela 1ª vez na história), com um rombo de R$ 80 bilhões.

A conta cara do rombo na estatal Petrobrás agora chegou. E boa parte do povo brasileiro enganado, desinformado ou mal intencionado achando que a culpa é de quem bateu panela.

Em cada Estado o PT colocou um de seus líderes junto ao Comando dos Caminhoneiros . Não existe mais pauta, o objetivo único é derrubar o governo e antecipar eleições pois somente assim Lula que ainda não foi julgado pelo TSE poderia concorrer a presidente sem nenhuma obstrução. Como lidera todas as pesquisas Lula e o PT pregam o caos, a  paralisação  total e assim poderiam voltar como Salvadores da Pátria e transformar o Brasil em uma nova Venezuela .  O Coordenador Geral da Federação Única dos Petroleiros , ligada à CUT , o petista José Maria Rangel , já anunciou uma greve geral nas refinarias por 72 horas .
Em Minas Gerais o movimento é liderado pelo advogado André Janones que foi candidato por uma coligação de esquerda a prefeito e Ituiutaba . No Rio Grande do Sul um dos comandantes da greve é o presidente do Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos de Ijuí, Carlos Alberto Litti Damer, Vereador do PT e membro da executiva estadual.  Dê um “Google” nas informações e tire suas próprias conclusões.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Análise SWOT – FOFA


Uma análise muito utilizada na área de administração de empresa é a SWOT, também conhecida pelos brasileiros como FOFA. Seu nome é derivado das palavras Strengths, Weaknesses, Opportunities e Threats, que em português significa: Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças.
A análise SWOT foi criada nos anos sessenta por Albert Humphrey, durante uma pesquisa para a Universidade de Stanford, com o propósito de pesquisar dados importantes para a realização do planejamento estratégico. Ela é utilizada para fazer uma análise ambiental em uma empresa e é muito versátil pois pode ser utilizada em qualquer tipo de área de serviço.
O estudo da SWOT é dividido em dois ambientes: Ambiente interno (que estuda as forças e fraquezas) e ambiente externo (que estuda as oportunidades e ameaças).
O ambiente interno da empresa é formado por toda a equipe de trabalho, recursos humanos, financeiros e todas as atividades que podem ser controladas pela diretoria da empresa. Já os fatores externos não podem ser controlados pela administração da empresa, mas eles exercem forte influência sobre ela, então ele deve ser sempre verificado para que o planejamento estratégico tenha um resultado efetivo.
swot

Categorias da analise SWOT:

Strengths (forças) – Essa parte descreve os pontos fortes da empresa analisando sempre as vantagens da própria empresa diante das concorrentes. Podem ser avaliados os recursos, qualidade do produto ofertado, qualidades melhores que as da concorrência, prestação de serviço e solidez na relação com os clientes.
Weaknesses (fraquezas) – As fraquezas devem analisar os pontos fracos de sua empresa, as desvantagens que ela leva diante a concorrência. Podem ser avaliadas a falta de especialização de funcionários, melhorias que deveriam ser feitas mais por algum motivo ainda não foram, perda de clientes para a concorrência, falta de relacionamento com os clientes, altos custos de produção, baixa reputação e a fraqueza da marca. As fraquezas, se forem bem estudadas, podem ser revertidas em força.
Opportunities (oportunidades) – As oportunidades são as forças internas que podem favorecer a empresa, mas que não existe controle sob elas. Nelas podem ser considerados os aspectos econômicos, todas as mudanças na vida dos consumidores, a melhoria da economia, as facilidades de crédito e problemas na economia das empresas concorrentes.
Threats (ameaças) – As ameaças são forças externas que podem prejudicar o desempenho de uma empresa, pois ela não pode controlar esse tipo de força. Alguns fatores negativos que podem colocar em risco a organização são a desvalorização da moeda, alto valor de custo de produtos, novos concorrentes, perda de funcionários e etc.
Após a finalização da análise SWOT os administradores vão poder observar com clareza o futuro da empresa, que poderá transformar pontos fracos em fortes e superar as ameaças futuras. Ela também vai ajudar a entender qual a posição da empresa no mercado.
Por: Rafael Queiroz
Reproduzido d e https://www.coladaweb.com/administracao/analise-swot

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

OS 7 HÁBITOS DAS PESSOAS EFICAZES

A Ética do carácter ensina que existem princípios básicos para uma vida proveitosa, que as pessoas só podem conquistar o verdadeiro sucesso e a felicidade duradoura quando aprendem a integrar esses princípios a seu carácter básico. Depois da primeira guerra, a visão do sucesso deslocou-se da  ética do carácter para a ética da personalidade. O sucesso tornou-se uma decorrência da personalidade, de atitudes e comportamentos  são técnicas que lubrificam o processo de interação humana. A ética da personalidade trilha para dois caminhos : o das técnicas nas relações públicas e humanas e uma atitude mental positiva.
Os sete hábitos das pessoas muito eficazes abrangem a maioria dos princípios fundamentais da eficiência humana. Estes hábitos são básicos, primordiais. Eles representam a interiorização dos princípios corretos nos quais se baseiam o sucesso e a felicidade duradoura.
A palavra paradigma vem do grego e significa modelo, teoria, percepção, modelo ou pressuposto de referência. Em um sentido geral, é a maneira como vemos o mundo.
As influências marcantes em nossas vidas: família, escola, religião, trabalho, amigos e paradigmas sociais em vigor, como a ética da personalidade foram responsáveis por um impacto inconciênte e silencioso em nossas mentes, ajudando a formar nossos quadros de referências, paradigmas e mapas.
Os paradigmas são poderosos, pois se constituem nas lentes pelas quais vemos o mundo. A força contida na mudança do paradigma impulsiona os saltos qualitativos, seja a mudança de um processo lento e desequilibrado ou uma transformação instantânea. A ética da personalidade mostra que podemos tomar algumas atitudes dramáticas, botar as coisas nos devidos lugares, despedir  alguém para obrigar  os empregados a tomar jeito e dar valor ao que possuem. Ou podemos descobrir algum progama de treinamento e motivação que os tornará mais interessados. Ela nos diz também que para resolvermos alguns problemas devemos elaborar um novo método de planejamento ou um seminário que ajudará a lidar com todas as pressões de forma eficaz.
Os sete hábitos das pessoas muito eficazes tratam precisamente de um nível mais profundo de pensamento, de uma abordagem centrada  nos princípios e baseada no carácter, que vem de dentro para fora e se volta para a eficácia pessoal e interpessoal. A maioria dos princípios contidos nos sete hábitos fazem parte da nossa natureza íntima, de nossa 1
consciência e de nosso senso comum. Para identificá-los, desenvolvê-los e utiliza-los para resolver nossos problemas mais graves, prescisamos modificar os nossos paradigmas, passando a um nível diferente, novo, no qual adotamos uma atitude “de dentro para fora”.
Nosso carácter, basicamente, é composto pelos hábitos que desenvolvemos. Os hábitos constituem fatores poderosos em nossas vidas. Uma vez que representam padrões coerentes e muitas vezes inconscientes, eles servem para exprimir nosso carácter no dia-a-dia, sendo responsável por nossa eficácia, ou ineficácia.
Definiremos um hábito como intersecção entre o conhecimento, a capacidade e a vontade. O conhecimento é o paradigma teórico, o que fazer e o porquê. A capacidade é como fazer e a vontade é a motivação, o desejo de fazer para tornar algo um hábito em nossas vidas, precisamos reunir esses 3 elementos. A mudança ser/ver é um processo ascendente . O ser altera o ver, que por sua vez muda o ser e assim por diante. Através do trabalho com o conhecimento a capacidade e a vontade, conseguirmos atingir novos níveis de eficácia pessoal e interpessoal, rompendo com os antigos paradigmas que prestaram a fonte do pseudo- segurança por tantos anos. Uma  mudança precisa ter como motivação um objetivo nobre, acrescida da disposição para subordinar o que  quer no momento ao que realmente quer para o futuro.
Os sete hábitos não são um conjunto desconexo de fórmulas para estimular pessoas. Em harmonia com as leis naturais do crescimento, eles abordam de modo progressivo, sequencial  e integrado o desenvolvimento da eficácia pessoal e interpessoal. O ponto culminante de nossas vidas tem a ver com os outros, pois a vida humana se caracteriza pela interdependência. No processo de amadurecimento, a dependência é o paradigma de você : Você não fez a coisa certa. Você fez a coisa certa. Você tem que tomar conta de mim. A culpa é toda sua. A independência é o paradigma do eu: Eu sei fazer. Eu sei fazer. Eu sou responsável. Eu sei escolher. A interdependência  é o paradigma  do nós:  Nós podemos cooperar. Nós vamos unir nossos talentos e habilidades para juntos criarmos algo maior. As pessoas dependentes precisam das outras para conseguir o que desejam. As pessoas independentes conseguem obter o que desejam através de seu próprio esforço. As pessoas interdependentes combinam seus próprios esforços com os esforços dos outros  para conseguir um resultado muito melhor.


Segunda Parte”Vitória Interna”

O Hábito 1 é a autoconsciência que permite guardamos uma certa distância, e examinemos até mesmo o modo como “ vêmos” a nós mesmos, nosso paradigma pessoal, o paradigma mais fundamental da eficácia. Ele afeta não somente nossas atitudes e comportamentos, mas também o jeito como vemos as outras pessoas. Ele se torna nosso mapa da natureza básica da humanidade.
Proatividade significamuito mais do que tomar a iniciativa. Implica que nós, como seres humanos, somos responsáveis por nossas próprias vidas. Nosso comportamento resulta das decisões tomadas, e não das condições externas. Temos a capacidade de subordinar os sentimentos aos valores. Possuímos iniciativa e responsábilidade para fazer com que as coisas aconteçam.
As pessoas reativas são afetadas pelo ambiente social. Elas constroem sua vida emocional em torno do comportamento dos outros, permitido que a franqueza alheia ao controle. Os reativos são levados pelos sentimentos, circustâncias, condições e ambiente. Os proativos são guiados pelos seus valores, cuidadosamente pensados, selecionados e interiorizados. Tomar a iniciativa significa reconhecer a responsabilidade de fazer com que as coisas aconteçam.
Os problemas que enfrentamos encaixam-se em uma das 3 categorias: controle direto( problemas que envolvem o comportamento dos outros ) e controle inexistente ( problemas que  não podemos interferir, como nosso passado ou realidades situacionais).
Problemas que envolvem o controle direto são resolvidos quando trabalhamos em cima  de nossos hábitos. Problemas de controle indireto são resolvidos pela modificação de nossos métodos de influência. Problemas de controle inexistente  implicam em assumir a responsabilidade de mudar nossa atitude em relação ao que não podemos modificar.
O primeiro passo é a solução de um problema, seja de controle direto, indireto ou inexistente, está ao nosso alcance. Modificar nossos hábitos, modificar nossos métodos de influência e o modo que vemos os problemas de solução inexistente são metas cometidas dentro de nosso círculo de influência.
Como pessoas proativas, podemos controlar no momento, e concentrar esforços no que podemos mudar.
 Começar com o objetivo na mente

Princípios de liderança pessoal, no Hábito 2 se aplica a múltiplas circunstâncias e níveis de vida, a aplicação mais importante de começar com o objetivos na mente . Cada momento de sua vida -o comportamento de hoje amanhã  da semana que vem do mês que vem. Ao manter esse objetivo claro na mente, voçe fica certo sabendo que qualquer coisa pode ser feita em dias determinados. Para começar com um objetivo na mente tem que ter uma compreênsão clara do destino, dar os passos na direção correta. É possível ser muito ocupado e ser muito eficaz. Podemos viver correndo e ser até muito mais eficientes, mas só seremos verdadeiramente eficazes, quando tivermos um objetivo na mente e quando tivermos um objetivo na mente ganha-se uma perspectiva diferente.

Todas as Coisas São Criadas Duas Vezes :

Primeiramente você pensa, fica imaginando depois poe em prática esse sonho, assim você criou duas vezes, por isso à medida que compreendermos o princípio das duas criações, e aceitamos a responsabilidade  por ambas, agimos na parte interna e aumentamos os limites do nosso círculo de influências, se não operarmos em harmonia com este princípio, nem assumirmos o controle da primeira criação nos o diminuímos.
 Liderança e Administração:
A Administração é uma visão dos métodos fala sobre a melhor forma de conseguir as coisas e a Liderança lida com os objetivos que diz, quais são as coisas que desejo conseguir. Uma liderança proativa forte prescisa monitorar constântemente a mudança no meio social, particularmente dos hábitos de compra e impulsos dos consumidores, fornecendo a energia necessária para organizar os recursos.Nenhum sucesso da Administração consegue compensar o fracasso da liderança. A liderança faz falta ainda em nossas vidas pessoais, estamos nos dedicando a administrar com eficácia, a estabelecer e a atingir metas antes de ter esclarecido quais nossos valores.
        Reescrevendo os Papéis:

Torna-se seu próprio criador inicial. Os outros dons exclusivamente humanos adicionais, que permitem a expansão da proatividade e o exercício da liderança pessoal em nossas vidas são a imaginação e a consciência. Através da imaginação conseguimos visualizar os mundos potencialmente existentes dentro de nós. Uma vez que já vivemos dentro de diversos  papéis que foram passados  para nós, o processo de escrever nosso próprio papel é na verdade, muito mais um processo de reescrever, ou de mudança de paradigma. Assim quando os desafios chegarem posso tomar minhas decisões baseado nestes valores.
Declaração de Missão Pessoal:

Se consentra naquilo que a pessoa deseja ser e fazer, e nos valores ou princípios nos quais o ser e o fazer estão fundados.

No Centro:


É aquilo que lidamos com nossa visão e nossos valores, é aqui que usamamos o don da consciência. O que estiver no centro de nossa vida será a fonte de nossa segurança que representa o seso de valor, orientação que representa a fonte do rumo da vida, sabedoria que é sua perspectativa de vida,e o poder que seria a capacidade de agir. Esses quatro fatores são interdependentes. A segurança e uma orientação clara geralmente  geram a verdadeira sabedoria, e a sabedoria é a faisca ou catalizador que libera e dirige o poder.

Centros Alternativos:

Cada um de nós temos um centro, apesar de costumeiramente nãoos reconhecemos como tais.
Centro no cônjuge; o casamento pode ser a mais íntima, satisfatória, duradoura e estável das relações humanas. Pode parecer natural ou apropriado centrar a vida em ummarido ou esposa.
Centro na Família; área de concentração de energia e grandes investimentos emocionais ela fornece grandes oportunidades para relacionamentos profundosamor companheirismo.
Centro no Dinheiro; mais um centro lógico comum na vida das pessoas: ganhar dinheiro, a segurança econômica é base para a existência de oportunidades de se agir em outras esferas da vida.
Centro no Trabalho; uma pessoa centrada no trabalho pode ficar viciada na sua atividade prof., mergulhando na produção com sacrifício da saúde.
Centro nos bens; não somente nos bens materiais, também os inatingíveis, esse centro é frágilporque pode desaparecer rapidamente.
Centro no Prazer; próximo dos bens, vivemos num mundo onde a satisfação imediata está disponível e imediata.
Centro nos Amigos/Inimigos; pode se consentrar em uma ou mais pessoas assumindo algumas características do casamento. Inimigo ninguém colocaria de caso pensado.
Centro na Igreja; existem pessoas que ocupam seu tempo com a igreja.
Centro no eu; sua forma é a mais óbvia é o egoísm, queviola os valores das pessoas.
                     Identificando o seu Eu; talvés a melhor forma de identificar o seu para os fatores de sustentação da vida.

Usando todo o seu cérebro:

A autoconsciência nos leva a examinar nossos próprios pensamentos. As descobertas indicam basicamente  que cada um dos hemisférios do cérebro esquerdo ou direito mostra tendência de especialização e controle de diversas funções, o hemisfério esquerdo é mais lógica, verbal, lida com análise que significa desmontar e com o tempo, o hemisfério direito é intuitivo, criativo, imaginativo, significa reunir e intemporal. As pessoas usam os dois lados mais sempre um lado predomina. Conforme tomamos consciência destas capacidades diferentes, podemos utilizar conscientemente  a mente para atender as necessidades específicas de maneira mais eficaz.
As duas maneiras de controlar o cérbro direito; criativo.quando somos capazes de aproveitar a criatividade, mais seremos capazes de visualizar o tempo e as circunstâncias presentes, de projetar um quadro holístico daquilo que desejamos ser e fazer da vida. Que são expandindo a perspectiva e a valorização e afirmação.
Identificando Papéis e Metas:

O cérebro esquerdo é lógico ele é importante quando se tenta capturar as imagens, sesações e senas do cérebro direito. Cada um de nós possui uma quantidade de papéis diferentes para desempenhar na vida. Áreas ou setores nos quais temos responsabilidades.

Declarações de Missão Familiar:

Ela  cria condições para a continuidade e a unidade família, bem para uma boa orientação. Quando os valores indivíduais  se harmonizam com os da família, os membros trabalham juntos para atingir propósitos comuns, que são sentidos profundamente.

Declarações de Missão Organizacional:

As declarações de missão organizacional são vitais para as organizações bem sucedidas. Um dos eixos mais importantes de trabalho com organizações reside na assistência para que desenvolvam declarações de missão eficazes. Um dos problemas fundamentais das organizações, incluindo as famílias é que as pessoas não se comprometem com as determinações que outras pessoas fazem para as suas vidas.

Hábito 3, Primeiro o Mais Importante:

É a realização , a transformação  em realidade, a emergência natural dos hábitos.Administre com o esquerdo e lidere com o direito.                                                                                                                                            




Carolina Tolentino

Cola da Web       



COMO ATINGIR OBJETIVOS


 Em primeiro lugar , deve-se definir o que desejamos, o que realmente é essencial.
A falta de objetivos definidos prejudica a descisão,
                                
Qual o seu desejo?
Como posso atingir o objetivo; o que preciso para.....
Fazer uma lista das atividades desejadas e classificar. necessário essencial.
Escolha as 3 mais importantes. atividades e com datas para inicio e fim das tarefas.,

O que é importante para minha vida

Amado   

Manipulação de massa

da Recursos diversos  podem inclusive ,ser usados para manipular e direcionar pessoas  da psicologia com o objetivo de direcionar a vontade ...