quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Os quatro tipos de amor

 Definição de Amor
1) Grande afeição de uma pessoa por outra.
2) Afeição, grande amizade, ligação espiritual.
3) Carinho, simpatia.
4) O ser amado. (Dicionário Escolar da Língua Portuguesa Michaelis, pág. 47). Porém, do ponto de vista bíblico, amor é mais do que isso. Por isso, convido você a acompanhar comigo outras definições do amor.
o amor pode ser visto sob quatro ângulos diferentes:



AMOR “EROS”: Termo grego para o amor sensual. Daí a palavra “erótico”. Esse é o amor físico, da carícia, da relação sexual. Quando um rapaz diz para a namorada: “Estou apaixonado por você!”, ele quer expressar o amor “eros”. Por isso tal amor é também conhecido como paixão. Apesar de tudo isso, esse amor é passageiro.

AMOR “FILEO”: É o amor-amizade, fraternal, social. Desse vocábulo grego (“fileo”) temos algumas palavras derivadas, como Filadélfia (“fileo”, amor-amizade, e “adelfos”, irmãos) que significa “amor entre irmãos” ou “amizade fraternal; Teófilo (“Teos”, Deus, e “fileo”, amizade ou amigo) que quer dizer “amigo de Deus”; Filantropia (“fileo”, amizade, e “antropos”, homem) significa “amor humano”. Em suma, se você possui boas amizades, logo o que está em evidência é o amor “fileo”.

AMOR “STORGE”: É o amor conjugal, familiar, doméstico.Longe de ser interesseiro, esse amor é humilde, objetivo e sacrificial. É o amor que une o marido à sua mulher bem como os pais aos filhos. Logo, em um lar onde reina a harmonia, está em ação o amor “storge”.

AMOR “ÁGAPE”: Dos quatro, este é o amor maior, pois tem origem no próprio Deus que é a revelação clara desse amor Esse amor é incondicional. Ou seja, não espera nada em troca. 
É bom salientar que, todos os seres humanos possuem, por natureza, os três tipos de amor já mencionados (“eros”, “fileo” e “storge”), entretanto, o amor “ágape” só se adquire quando se nasce de novo, ou seja, ele passa a operar na vida do homem, quando este se torna templo do Espírito Santo (Gl 5.16-22).

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Pensamento de Adam Smith

Todo indivíduo necessariamente trabalha no sentido de fazer com que o rendimento anual da sociedade seja o maior possível. Na verdade, ele geralmente não tem intenção de promover o interesse público, nem sabe o quanto o promove. Ao preferir dar sustento mais à atividade doméstica que à exterior, ele tem em vista apenas sua própria segurança; e, ao dirigir essa atividade de maneira que sua produção seja de maior valor possível, ele tem em vista apenas seu próprio lucro, e neste caso, como em muitos outros, ele é guiado por uma mão invisível a promover um fim que não fazia parte de sua intenção. E o fato de este fim não fazer parte de sua intenção nem sempre é o pior para a sociedade. Ao buscar seu próprio interesse, frequentemente ele promove o da sociedade de maneira mais eficiente do que quando realmente tem a intenção de promovê-lo.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

A crise e a falta de emprego

Como em nenhuma outra época  enfrentamos uma situação  que jamais  geração alguma se deparou . Se recuássemos ao  passado,  uns cento e vinte ou cento e cinqüenta anos atrás,  facilmente se constataria que a maioria deles ainda explorava largamente o trabalho servil, senão o escravo. A Rússia,  por exemplo, emancipou seus camponeses da gleba  somente em 1861. Nos Estados Unidos a alforria dos escravos só foi obtida pela 13ª emenda, em 1863, em meio a uma violentíssima guerra civil. Em Cuba e no Brasil, centros de  latifúndios monoculturais, ela resultou de leis abolicionistas que foram gradualmente sendo aprovadas desde 1871 até chegar-se à consagrada Lei Áurea de 1888.O trabalho livre, assalariado, é, portanto, historicamente, uma  novidade entre nós. A  atual geração é recém a quarta ou quinta que não conheceu a desgraça daquela forma de exploração humana. Paralelamente à desescravização sistemática, acentuou-se a mecanização da produção. A Revolução Industrial iniciada na Inglaterra do século 18 espalhou-se pelo mundo inteiro e, desde então, mais e mais engenhos têm sido inventados. Parecia que nos encaminhávamos para a situação sonhada pela humanidade através dos séculos, a de não ter mais que “ganhar o pão de cada dia com o suor do seu rosto”. Nossas mãos não se encontram mais abrutalhadas pelos duros ofícios manuais nem as costas vergadas por terem que suportar pesos absurdos.
Cercamo-nos de eletrodomésticos, de computadores e guindastes que são nossos escravos eletrônicos. Mais gente se dedica ao lazer ou ao simples dolce far niente. Vivemos num conforto desconhecido em qualquer outra época da humanidade. Hoje, seguramente, uma pessoa da classe média desfruta de mais segurança e bem estar do que um rei ou um barão feudal.
Num repente, nos damos conta de que a difusão da robotização e da informática está formando um bando de desocupados. Associamos sempre , no passado, o estigma do desemprego ao homem sem instrução, ao desqualificado. Agora é o graduado quem não obtém um emprego. A concorrência globalizante, de um lado, nos força a uma maciça utilização da tecnologia, e do outro, a que se repudie sistematicamente o uso da mão-de-obra.
Nossa inquietação não se resume nisso. Os conceitos éticos que nos sustentam, o somatório de virtudes que envolviam o trabalho, encontram-se ameaçados. Nenhuma cultura como a Ocidental celebrou o trabalho como fonte perene da auto-realização humana. Adam SmithHegel e Marx  foram os que mais afastaram dele o estigma de ser só uma maldição teológica ou um preconceito aristocrático (na história, o privilégio de um nobre era exatamente não trabalhar). 
Cada um a seu modo tornaram-no  na verdadeira fonte de liberdade do homem, na ferramenta da sua emancipação, no mais valioso demonstrativo de que superamos os desafios da natureza. Nele, no trabalho, é que Max Weber enxergou a essência do que chamou de “espírito do capitalismo”, o qual Marx denunciou como sistema de exploração do homem pelo homem.
Com o desemprego grassando em todas as latitudes e os postos de trabalho fechando um a um, é a própria razão de ser do homem ocidental que se vê em risco. Num período historicamente curtíssimo passamos da escravização à robotização e desta à possibilidade da ociosidade forçada em massa. Em pouco mais de um século saltamos do inferno do escravismo ao perigoso paraíso da desocupação. Tornaremo-nos em breve obsoletos. Expulso pelos robôs e máquinas dos campos, das fábricas e dos escritórios, condenamos o homem do futuro a confinar-se, a ser um Adão desempregado.      
Fonte:https://www.terra.com.br/noticias/educacao/historia/desemprego-o-paraiso-perigoso,c     

sábado, 14 de julho de 2018

Mais tolerância, menos sectarismo

por Nelson Rocha* — publicado 23/12/2017 00h01, última modificação 15/12/2017 17h07

Precisamos de mais tolerância com aqueles com maior necessidade, a fim de desfrutarmos harmonia e igualdade
Pixabay



Recebi de um amigo o texto de um artigo do jurista Ives Gandra Martins, publicado há cerca de quatro anos, que reaparece nas discussões acaloradas de redes sociais e grupos de WhatsApp, em face da abordagem que se associa pelo tema à recente divulgação do vídeo do jornalista William Waack.
Diz Ives Gandra: ‘Não sou nem negro, nem homossexual, nem índio, nem assaltante, nem guerrilheiro, nem invasor de terras. Como faço para viver no Brasil nos dias atuais? Na verdade, eu sou branco, honesto, professor, advogado, contribuinte, eleitor, hétero... E tudo isso para quê?” Na semana anterior, o jornalista William Waack em vídeo divulgado recentemente, mas gravado há cerca de um ano, fez a seguinte declaração: “Sabe quem é, né? Preto, né!? Isso é coisa de preto, com certeza”. A Rede Globo imediatamente afastou o jornalista e emitiu nota em que declara que “é visceralmente contra o racismo em todas as suas formas e manifestações” e que em “nenhuma circunstância pode servir de atenuante (...)Waack, contrariado, faz comentários, ao que tudo indica, de cunho racista(...)”.
Ao que tudo indica? Como Ives Gandra, sou branco, heterossexual, de origem europeia, e tive a sorte de ter uma boa educação pública que me permitiu conquistar um lugar ao sol, coisa que a maioria do povo negro, índio, nordestino não teve, não recebo nenhum benefício de governo, e nem por isso me sinto incomodado de viver no Brasil. Os guerrilheiros a que ele se refere lutaram num momento difícil da vida brasileira e muitos morreram para resgatar a democracia sob a qual a liberdade de expressão de hoje lhe permite emitir opinião. Por que ultimamente a intolerância tem mostrado a sua cara com maior fervor? A humanidade, na medida em que evolui, deveria inversamente reduzir a intransigência, o sectarismo, o preconceito, mas não é o que temos visto nos últimos tempos.
Não conseguimos fazer aflorar nos corações das pessoas a compreensão para as diferenças e fazê-las perceber que as políticas voltadas para os grupos minorizados são voltadas para as pessoas desprotegidas socialmente, e existem porque esses mesmos grupos foram excluídos ao longo da nossa história. Quando se segrega desde o berçário, por questões de raça, de origem, de classe social, estabelecem-se desde logo obrigações futuras de toda a sociedade, porque lhes será negado o direito às oportunidades iguais.
Segundo pesquisa do Instituto Ethos em 2016, pessoas negras só ocupam 6,3% dos cargos de gerente e 4,7% dos executivos nas empresas. As oportunidades foram as mesmas? As políticas sociais de compensação surgem por conta disso, não têm como objetivo privilegiar um determinado grupo, mas tentar minimizar as perdas que esse ou aquele mesmo grupo tiveram, não se trata de compensação pecuniária, mas de políticas públicas capazes, ao longo do tempo, de estabelecer oportunidades iguais para todos.
Como constitucionalista, o advogado Ives Gandra deveria ter abordado também em seu artigo o capítulo da nossa Carta Magna que trata da Assistência Social, que dispõe que a assistência social será prestada a quem dela necessitar, regulamentada com a LOAS – Lei Orgânica da Assistência Social em 1993. Como professor, deveria dar exemplo e não se posicionar dessa forma, a meu juízo, absurdamente irresponsável. Ao invés de sectarismo, precisamos de mais tolerância com aqueles com maior necessidade, a fim de desfrutarmos harmonia e igualdade.
Copiado do site: https://www.cartacapital.com.br/blogs/blog-do-socio/mais-tolerancia-menos-sectarismo

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Raciocínio dedutivo -info escola


Posted:Tue, 19 Jun 2018 18:35:49 +0000
A forma como pensamos e chegamos a conclusões não são importantes apenas para a Psicologia e para as teorias do aprendizado, mas foram e continuam sendo ainda discutidas em Filosofia, na medida em que são meios pelos quais se pretende alcançar conhecimento. Há vários tipos de raciocínios utilizados nos diversos campos do saber, e a Lógica, entendida como o estudo das regras gerais e emprego de inferências que estabelece quais raciocínios são válidos e quais são inválidos.
“A Lógica provê ferramentas críticas com as quais podemos fazer avaliações sólidas de inferências [...] Assim que uma inferência é feita, pode ser transformada em um argumento, e se pode aplicar lógica para determinar se ela está correta. A Lógica não nos diz como fazer inferências, mas ela nos diz quais inferências nós devemos aceitar. (SALMON, 1976, p. 13, grifo do autor, tradução nossa)
Argumentos ou raciocínios dedutivamente válidos (raciocínio dedutivo) são aqueles nos quais a conclusão se segue necessariamente das premissas. A validade está relacionada à estrutura ou à ordem das premissas, de modo que não seria possível partir de premissas verdadeiras e obter uma conclusão falsa. Dizemos, assim, que essa forma de raciocínio preserva a verdade.
Todo mamífero possui pulmão; (premissa)
Os golfinhos são mamíferos; (premissa)
Os golfinhos possuem pulmões. (conclusão)
Esses raciocínios parecem óbvios, pois apenas esclarecem o que já está contido implicitamente nas premissas e não oferecem uma conclusão considerada nova ou fascinante, por mais que possam esclarecer algo a quem ainda não conhece o assunto abordado. Pode-se dizer que não ampliam o conhecimento.
Em todo caso, partindo de fatos ou verdades, podemos construir um argumento válido, a saber, cuja conclusão será necessariamente verdadeira se, e somente se, as premissas forem verdadeiras. Há dois modelos amplamente usados para formular esses argumentos.
Modus ponens
Se p, então q.
p.
Logo, q.
Modus tollens
Se p, então q.
Não q.
Logo, Não p.
Para utilizar essas estruturas lógicas, devemos substituir as letras ‘p’ e ‘q’ por proposições, a saber, afirmações ou negações que podem ser verdadeiras ou falsas. Já que o objetivo é obter um argumento válido, serão escolhidas as sentenças que se acredita serem verdadeiras. Não basta, entretanto, escolher informações que não possuem relação lógica e que sejam incoerentes ou ambíguas. Se ocorrer algum desses erros, não haverá implicação entre as proposições e teremos apenas um conjunto desconexo de informações.
O filósofo cristão William Craig apresenta, em muitos debates e textos, o seguinte argumento:
Se Deus não existe, valores e deveres morais objetivos não existem;
Valores e deveres morais objetivos existem;
Portanto, Deus existe.
Percebe-se que o argumento possui validade, mas sua conclusão é verdadeira? Será verdadeira apenas se as premissas forem verdadeiras. Distingue-se, assim, a validade de um argumento de sua veracidade. Há apenas duas formas de criticar um argumento dedutivo: (a) questionar a verdade das premissas e (b) questionar sua validade lógica.
É relevante perceber que a conclusão de argumentos dedutivamente válidos não é aceita por uma relação emotiva ou cultural, por exemplo, que se possa estabelecer entre o conteúdo do argumento e quem lê o argumento. O raciocínio que conduz à conclusão do argumento também não é eliminativo. Não fosse o argumento válido, não teríamos uma conclusão que se segue necessariamente das premissas.
O filósofo grego Aristóteles, já na Grécia antiga, percebeu a necessidade de especificar quais raciocínios e relações entre premissas conduzem a conclusões válidas e quais implicam em argumentos inválidos. Com esses estudos, nomeados de lógica silogística, ele propôs vários princípios para evitar o erro e alcançar verdades que utilizamos até hoje.
Bibliografia:
BECKWITH, Francis J.; CRAIG, William L., MORELAND, James. P. Ensaios apologéticos: Um estudo para uma cosmovisão cristã. Tradução de José Fernando Cristófalo. São Paulo: Editora Hagnos, 2007.
MORTARI, Cezar A.. Introdução à lógica, 1ª reimpr.. São Paulo: Editora UNESP; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2001.
SALMON, Wesley C. Logic, 2nd ed.. New Jersey:Prentice-Hall, 1973.
WALTON, Douglas N.. Informal Logic: A handbook for critical argumentation, 18ª imp.. New York: Cambridge University Press, 2005.
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Manipulação de massa

da Recursos diversos  podem inclusive ,ser usados para manipular e direcionar pessoas  da psicologia com o objetivo de direcionar a vontade ...