sexta-feira, 21 de junho de 2019

caminhos para o sucesso





  1. Cuide do que é valioso
  2. Tenha novos projetos, após atingir uma meta projetada;
  3. Valorize e comemore cada conquista;
  4. Comece fazendo o mais fácil , isto permitira a realização de algo mais difícil;
  5. Seja corajoso, corra riscos, dentro do limite da própria capacidade ;
  6.  acredite em seus sonhos e confie em seu potencial;

segunda-feira, 6 de maio de 2019

DIREITOS CIVIS

Neste artigo, vamos estudar o surgimento e o avanço dos direitos humanos, que se organizam em três grupos distintos: direitos políticos, direitos civis e direitos sociais.

Surgimento

A implantação dos direitos políticos e sociais teve início ainda no século XVII, com as revoluções inglesas e a Revolução Francesa, e, desde então, vem se expandindo por todo o mundo.
Um dos passos decisivos na luta pela ampliação desses direitos foi dado pelo movimento operário, que estendeu o alcance dos direitos políticos e sociais à categoria dos trabalhadores, caracterizando-se por apresentar demandas específicas e por buscar novos rumos na luta pela ampliação da cidadania.
Tais acontecimentos, ao inverterem a relação entre governantes e governados, abriram o caminho para a implantação da cidadania e, com ela, os direitos do homem e do cidadão.

Direitos humanos e suas áreas de atuação

Se, por um lado, identificamos cada um dos direitos humanos, por outro, é preciso esclarecer o que são e quais são seus principais objetivos.

Direitos civis

Ao falarmos de direitos civis, é importante saber que eles estão associados à integridade individual assim como às liberdades civis, essenciais para que todo cidadão usufrua do direito à vida e dos demais direitos naturais, originalmente defendidos por John Locke.
Imagem retratando pessoas de diversas etnias.
O direito à diferença é um dos mais relevantes direitos civis.
Além do direito à liberdade individual e à vida, há muitos outros, como o de ir e vir, o de liberdade religiosa, o de privacidade, o direito à propriedade etc.

Direitos políticos

Os direitos políticos, juntamente com os direitos civis, são importantes para garantir a participação do cidadão na sociedade e no governo, impedindo excessos por parte do poder.
Dentre os direitos políticos, o mais visível e conhecido é o direito ao voto. Tão importantes quanto este, são os direitos à livre organização política e à liberdade de expressão.

Direitos sociais

Por fim, temos os direitos sociais, muitas vezes confundidos com os direitos políticos.
São de caráter coletivo, procurando igualar as condições de vida dos cidadãos que compõem a sociedade, visando a uma melhor distribuição de renda, para garantir maior igualdade e harmonia.
Assim, dentre os direitos sociais, os mais conhecidos são o direito  à educação, ao trabalho e à remuneração dignos e à saúde, todos eles de competência do poder público (federal, estadual, municipal), cuja legislação visa atender às exigências dos cidadãos, que, em contrapartida, devem se comprometer a preservá-los.
É importante reforçar que cada um dos direitos funciona com relativa autonomia em relação aos demais, ainda que haja relação direta entre eles. Se, por um lado, os direitos políticos e sociais acabam por se confundir, por outro, os direitos civis exercem influência significativa sobre os dois primeiros.
Referências bibliográficas
  1. DALLARI, Dalmo de Abreu. Direitos humanos e cidadania. São Paulo: Editora Moderna, 1999.
  2. PINSKY, Jaime & PINSKY, Carla Bassanezi (Orgs.). História da cidadania. São Paulo: Contexto, 2003.
Por: Wilson Teixeira Moutinho

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Os quatro tipos de amor

 Definição de Amor
1) Grande afeição de uma pessoa por outra.
2) Afeição, grande amizade, ligação espiritual.
3) Carinho, simpatia.
4) O ser amado. (Dicionário Escolar da Língua Portuguesa Michaelis, pág. 47). Porém, do ponto de vista bíblico, amor é mais do que isso. Por isso, convido você a acompanhar comigo outras definições do amor.
o amor pode ser visto sob quatro ângulos diferentes:



AMOR “EROS”: Termo grego para o amor sensual. Daí a palavra “erótico”. Esse é o amor físico, da carícia, da relação sexual. Quando um rapaz diz para a namorada: “Estou apaixonado por você!”, ele quer expressar o amor “eros”. Por isso tal amor é também conhecido como paixão. Apesar de tudo isso, esse amor é passageiro.

AMOR “FILEO”: É o amor-amizade, fraternal, social. Desse vocábulo grego (“fileo”) temos algumas palavras derivadas, como Filadélfia (“fileo”, amor-amizade, e “adelfos”, irmãos) que significa “amor entre irmãos” ou “amizade fraternal; Teófilo (“Teos”, Deus, e “fileo”, amizade ou amigo) que quer dizer “amigo de Deus”; Filantropia (“fileo”, amizade, e “antropos”, homem) significa “amor humano”. Em suma, se você possui boas amizades, logo o que está em evidência é o amor “fileo”.

AMOR “STORGE”: É o amor conjugal, familiar, doméstico.Longe de ser interesseiro, esse amor é humilde, objetivo e sacrificial. É o amor que une o marido à sua mulher bem como os pais aos filhos. Logo, em um lar onde reina a harmonia, está em ação o amor “storge”.

AMOR “ÁGAPE”: Dos quatro, este é o amor maior, pois tem origem no próprio Deus que é a revelação clara desse amor Esse amor é incondicional. Ou seja, não espera nada em troca. 
É bom salientar que, todos os seres humanos possuem, por natureza, os três tipos de amor já mencionados (“eros”, “fileo” e “storge”), entretanto, o amor “ágape” só se adquire quando se nasce de novo, ou seja, ele passa a operar na vida do homem, quando este se torna templo do Espírito Santo (Gl 5.16-22).

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Pensamento de Adam Smith

Todo indivíduo necessariamente trabalha no sentido de fazer com que o rendimento anual da sociedade seja o maior possível. Na verdade, ele geralmente não tem intenção de promover o interesse público, nem sabe o quanto o promove. Ao preferir dar sustento mais à atividade doméstica que à exterior, ele tem em vista apenas sua própria segurança; e, ao dirigir essa atividade de maneira que sua produção seja de maior valor possível, ele tem em vista apenas seu próprio lucro, e neste caso, como em muitos outros, ele é guiado por uma mão invisível a promover um fim que não fazia parte de sua intenção. E o fato de este fim não fazer parte de sua intenção nem sempre é o pior para a sociedade. Ao buscar seu próprio interesse, frequentemente ele promove o da sociedade de maneira mais eficiente do que quando realmente tem a intenção de promovê-lo.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

A crise e a falta de emprego

Como em nenhuma outra época  enfrentamos uma situação  que jamais  geração alguma se deparou . Se recuássemos ao  passado,  uns cento e vinte ou cento e cinqüenta anos atrás,  facilmente se constataria que a maioria deles ainda explorava largamente o trabalho servil, senão o escravo. A Rússia,  por exemplo, emancipou seus camponeses da gleba  somente em 1861. Nos Estados Unidos a alforria dos escravos só foi obtida pela 13ª emenda, em 1863, em meio a uma violentíssima guerra civil. Em Cuba e no Brasil, centros de  latifúndios monoculturais, ela resultou de leis abolicionistas que foram gradualmente sendo aprovadas desde 1871 até chegar-se à consagrada Lei Áurea de 1888.O trabalho livre, assalariado, é, portanto, historicamente, uma  novidade entre nós. A  atual geração é recém a quarta ou quinta que não conheceu a desgraça daquela forma de exploração humana. Paralelamente à desescravização sistemática, acentuou-se a mecanização da produção. A Revolução Industrial iniciada na Inglaterra do século 18 espalhou-se pelo mundo inteiro e, desde então, mais e mais engenhos têm sido inventados. Parecia que nos encaminhávamos para a situação sonhada pela humanidade através dos séculos, a de não ter mais que “ganhar o pão de cada dia com o suor do seu rosto”. Nossas mãos não se encontram mais abrutalhadas pelos duros ofícios manuais nem as costas vergadas por terem que suportar pesos absurdos.
Cercamo-nos de eletrodomésticos, de computadores e guindastes que são nossos escravos eletrônicos. Mais gente se dedica ao lazer ou ao simples dolce far niente. Vivemos num conforto desconhecido em qualquer outra época da humanidade. Hoje, seguramente, uma pessoa da classe média desfruta de mais segurança e bem estar do que um rei ou um barão feudal.
Num repente, nos damos conta de que a difusão da robotização e da informática está formando um bando de desocupados. Associamos sempre , no passado, o estigma do desemprego ao homem sem instrução, ao desqualificado. Agora é o graduado quem não obtém um emprego. A concorrência globalizante, de um lado, nos força a uma maciça utilização da tecnologia, e do outro, a que se repudie sistematicamente o uso da mão-de-obra.
Nossa inquietação não se resume nisso. Os conceitos éticos que nos sustentam, o somatório de virtudes que envolviam o trabalho, encontram-se ameaçados. Nenhuma cultura como a Ocidental celebrou o trabalho como fonte perene da auto-realização humana. Adam SmithHegel e Marx  foram os que mais afastaram dele o estigma de ser só uma maldição teológica ou um preconceito aristocrático (na história, o privilégio de um nobre era exatamente não trabalhar). 
Cada um a seu modo tornaram-no  na verdadeira fonte de liberdade do homem, na ferramenta da sua emancipação, no mais valioso demonstrativo de que superamos os desafios da natureza. Nele, no trabalho, é que Max Weber enxergou a essência do que chamou de “espírito do capitalismo”, o qual Marx denunciou como sistema de exploração do homem pelo homem.
Com o desemprego grassando em todas as latitudes e os postos de trabalho fechando um a um, é a própria razão de ser do homem ocidental que se vê em risco. Num período historicamente curtíssimo passamos da escravização à robotização e desta à possibilidade da ociosidade forçada em massa. Em pouco mais de um século saltamos do inferno do escravismo ao perigoso paraíso da desocupação. Tornaremo-nos em breve obsoletos. Expulso pelos robôs e máquinas dos campos, das fábricas e dos escritórios, condenamos o homem do futuro a confinar-se, a ser um Adão desempregado.      
Fonte:https://www.terra.com.br/noticias/educacao/historia/desemprego-o-paraiso-perigoso,c     

sábado, 14 de julho de 2018

Mais tolerância, menos sectarismo

por Nelson Rocha* — publicado 23/12/2017 00h01, última modificação 15/12/2017 17h07

Precisamos de mais tolerância com aqueles com maior necessidade, a fim de desfrutarmos harmonia e igualdade
Pixabay



Recebi de um amigo o texto de um artigo do jurista Ives Gandra Martins, publicado há cerca de quatro anos, que reaparece nas discussões acaloradas de redes sociais e grupos de WhatsApp, em face da abordagem que se associa pelo tema à recente divulgação do vídeo do jornalista William Waack.
Diz Ives Gandra: ‘Não sou nem negro, nem homossexual, nem índio, nem assaltante, nem guerrilheiro, nem invasor de terras. Como faço para viver no Brasil nos dias atuais? Na verdade, eu sou branco, honesto, professor, advogado, contribuinte, eleitor, hétero... E tudo isso para quê?” Na semana anterior, o jornalista William Waack em vídeo divulgado recentemente, mas gravado há cerca de um ano, fez a seguinte declaração: “Sabe quem é, né? Preto, né!? Isso é coisa de preto, com certeza”. A Rede Globo imediatamente afastou o jornalista e emitiu nota em que declara que “é visceralmente contra o racismo em todas as suas formas e manifestações” e que em “nenhuma circunstância pode servir de atenuante (...)Waack, contrariado, faz comentários, ao que tudo indica, de cunho racista(...)”.
Ao que tudo indica? Como Ives Gandra, sou branco, heterossexual, de origem europeia, e tive a sorte de ter uma boa educação pública que me permitiu conquistar um lugar ao sol, coisa que a maioria do povo negro, índio, nordestino não teve, não recebo nenhum benefício de governo, e nem por isso me sinto incomodado de viver no Brasil. Os guerrilheiros a que ele se refere lutaram num momento difícil da vida brasileira e muitos morreram para resgatar a democracia sob a qual a liberdade de expressão de hoje lhe permite emitir opinião. Por que ultimamente a intolerância tem mostrado a sua cara com maior fervor? A humanidade, na medida em que evolui, deveria inversamente reduzir a intransigência, o sectarismo, o preconceito, mas não é o que temos visto nos últimos tempos.
Não conseguimos fazer aflorar nos corações das pessoas a compreensão para as diferenças e fazê-las perceber que as políticas voltadas para os grupos minorizados são voltadas para as pessoas desprotegidas socialmente, e existem porque esses mesmos grupos foram excluídos ao longo da nossa história. Quando se segrega desde o berçário, por questões de raça, de origem, de classe social, estabelecem-se desde logo obrigações futuras de toda a sociedade, porque lhes será negado o direito às oportunidades iguais.
Segundo pesquisa do Instituto Ethos em 2016, pessoas negras só ocupam 6,3% dos cargos de gerente e 4,7% dos executivos nas empresas. As oportunidades foram as mesmas? As políticas sociais de compensação surgem por conta disso, não têm como objetivo privilegiar um determinado grupo, mas tentar minimizar as perdas que esse ou aquele mesmo grupo tiveram, não se trata de compensação pecuniária, mas de políticas públicas capazes, ao longo do tempo, de estabelecer oportunidades iguais para todos.
Como constitucionalista, o advogado Ives Gandra deveria ter abordado também em seu artigo o capítulo da nossa Carta Magna que trata da Assistência Social, que dispõe que a assistência social será prestada a quem dela necessitar, regulamentada com a LOAS – Lei Orgânica da Assistência Social em 1993. Como professor, deveria dar exemplo e não se posicionar dessa forma, a meu juízo, absurdamente irresponsável. Ao invés de sectarismo, precisamos de mais tolerância com aqueles com maior necessidade, a fim de desfrutarmos harmonia e igualdade.
Copiado do site: https://www.cartacapital.com.br/blogs/blog-do-socio/mais-tolerancia-menos-sectarismo

Manipulação de massa

da Recursos diversos  podem inclusive ,ser usados para manipular e direcionar pessoas  da psicologia com o objetivo de direcionar a vontade ...